quinta-feira, 27 de agosto de 2015

É PRECISO SE CONVENCER DE QUE O AMOR PODE DAR CERTO PRA VOCÊ!


O amor é piegas.
Tantas vezes você deve ter ouvido isso por aí, que até perdeu as contas, não é? Mas, é verdade.
Também é brega, clichê e, talvez, por isso, todos nós procuramos o amor o tempo inteiro.
Somos taxados de trouxas, românticos assumidos ou sentimentais quando colocamos o amor no topo da lista de prioridades.
Mas, para o amor acontecer é preciso que você deixe de observar as pétalas de uma flor, e se permita admirar todo o jardim; afinal, aquela flor pode murchar e você nem perceber. Por isso, recomendo, não perca tempo assim. Observe ao seu redor.
Antes de mais nada, é preciso se convencer de que o amor pode dar certo pra você, ou não conseguirás encontrá-lo. Aliás, quando você parar de buscá-lo, e procurá-lo por aí, ele, certamente chegará, não num cavalo branco, com uma capa gigante presa ao pescoço, tão pouco com prenúncios de sua chegada através de fogos de artifícios ou grandes esforços, mas, de repente.
O amor não é justo. Não surge todos os dias na fila do pão, na poltrona do cinema, num vagão de trem - espreitado num canto qualquer. O amor é um presente. Não um prêmio que você mereça por ter tido o coração partido inúmeras vezes.
E, acima de tudo não se converte em regras para serem seguidas a risca, a fim de ser duradouro. Se você enumera uma dúzia delas: porque cicrano é jovem demais, beltrano é velho pra mim, fulano é azul, o outro é amarelo, ciumento, grudento, você nunca irá amar de verdade. Pois, o amor não é para os covardes. Ele exige coragem para enfrentar os percalços que surgirão no seu trajeto.
Algumas vezes você precisará dar uma pausa, respirar e começar tudo de novo. Mesmo que pareça difícil. Mas, valerá a pena. Muito. Por que o amor nos torna melhores, desperta os nossos sonhos, nos orienta e nos conforta.
Quando o amor te encontrar, você saberá: cedo ou tarde.
É amor quando você deixa de procurar razões e se atenta em sentir. Quando o coração pulsa acelerado e o descompasso já não mais assusta; quando duas mãos entrelaçam sonhos, sorrisos, histórias e uma vontade infinita de fazer dar certo.


Tayane Sanschrí e Marcely Pieroni Gastaldi

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