domingo, 19 de junho de 2016

Sobre ter atitudes



É pelas atitudes que a gente percebe quem de verdade nos considera.
Pelo modo de falar, pelo jeito de olhar, pela importância que dá. Com demonstração de apreço, pela carinho ao falar de você para alguém, pela gentileza quando na correria encontra um tempo pra te ligar ou te encontrar, e pela coragem de te olhar nos olhos e te pedi perdão, ao magoar.
Quem te considera será sincero, mesmo que isso signifique te perder pra sempre. Não dirá meias verdades, ou mentiras inteiras, será honesto. Tão pouco agirá de má fé para te convencer de algo que não existe.
Quem realmente te considera, na verdade, fará questão de que você fique, um pouco mais. Ou a vida inteira.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Emoção versus razão


Em se tratando de um momento de intensa e singular felicidade, a razão sempre irá proferir que o melhor é guardar pra si mesmo. Mas, a emoção sentirá uma tremenda e constante vontade de berrar aos ventos o que se passa dentro de você.
A danada da emoção não tem malícia. Mal sabe ela que a maioria das pessoas, ao seu redor, julgarão o seu riso, duvidarão dessa energia positiva, e mesmo que não seja intencional, fará com que você se questione sobre a sensação de felicidade que lhes inunda.
Sem sombra de dúvidas, guardar pra si o que provoca a tua alegria, é garantia de que ela irá durar mais do que imaginas.

Dê asas ao amor



A gente demora de entender que no amor é preciso dar espaço pra o outro voar, por outros horizontes. Mesmo que o percamos de vista.
Mesmo que a sensação de que perdemos pra sempre quem amamos, se instale, nos inquiete.
Mas, o amor, realmente, é verdadeiro, quando ao compreendermos a importância de deixarmos-o solto, ele resolve voltar e fazer morada.
É aí que o amor faz realmente sentido, pois, amor algum deve ficar por obrigação, como condição, ou exigência.
Pássaro algum permanece feliz, por muito tempo, quando engaiolado. Mas, um passarinho retorna todos os dias à sua janela, quando se sente confortável, porque sabe que ali encontrará alimento e liberdade.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Cada um sabe o que é bom pra si


As tuas decisões devem ser tomadas de acordo com suas convicções do que é certo ou errado, do que é bom ou ruim. Normalmente, quem está de fora (literalmente) não sabe o que se passa dentro de você.
Dependendo da sua confissão: ou de euforia, ou de tristeza, um conselho é capaz de destruir ou recuperar as suas horas, sua autoestima, de atar ou desatar laços de afeto que você mantinha com alguém.
Num instante de raiva, mágoa ou de alegria, buscamos qualquer pessoa para dividir nossas emoções. Desabafe para quem realmente conviveu com aquela situação - junto à você - ou com um parente, ou amigo íntimo.
Não permita que ninguém faça você se sentir pequeno, que te estimule a tomar decisões quando você está confuso, que te incite a tratar mal outrem. Avalie seus sonhos, vontades e exercite o respeito e a fé. Você saberá quando a hora é de continuar, ou terminar um ciclo em sua vida.
Tantas vezes tomamos decisões porque alguém disse que o certo era assim-assado; e muitas vezes, descobrimos, que aquele alguém não consegue tomar decisões em sua própria vida.

                                                                                                          Tayane Sanschri

segunda-feira, 21 de março de 2016

O PRAZER DA SAUDADE NA PONTA DA LÍNGUA (+18)



Fazia tempo que nossos olhos não se cruzavam, não se esbarravam por acaso pelos lugares que costumávamos nos encontrar, nestes acasos bem elaborados pela vida.
Todavia a saudade permanecia. Fomos daquelas paixões enlouquecidas, que não media esforços para realizar as fantasias que nossos sorrisos costumavam reverenciar em nossas conversas quentes.
Havia uma liga indecifrável entre nós dois, os olhos acarinhavam e as bocas desenhavam em nossos corpos o que prometíamos um ao outro quando vivenciamos nossa relação.
Dizem por ai, que quando o sexo dita o sabor do relacionamento, a tendência é que todo o resto se transforme em fotografia guardada no bolso da calça, ou nos porta-retratos sobre os criados-mudos do quarto, a fim de lembrar que a química alimenta o amor, todo dia.
Sai de casa super atrasada; deixar de ir pra academia não era a minha primeira escolha, quando o dia parecia atribulado com minhas infinitas responsabilidades.
Aquele espaço repleto de corpos suados, cheiros agridoces e música alta, me desligava de todo e qualquer problema.
Era uma tarde quente e como de costume, neste horário, a academia se encontrava praticamente vazia. Normalmente cumprimento as pessoas da recepção e começo o treino do dia.
Meu coração saltou ao se deparar com um olhar habitual, do passado, mas difícil de não fazer estremecer.
Meus lábios esboçaram um sorriso no canto da boca, e o meu olhar desviou do dele rapidamente. Eu não imaginei que o reencontraria naquele dia. Por um instante senti ondas de calor, que eu não sabia se era por conta do mormaço que fazia naquela tarde de começo de outono, ou das lembranças do que vivemos, que inundavam meus pensamentos.
Acomodei-me num aparelho e iniciei o treino.
Não pude conter o riso com os pensamentos fervilhando em minha cabeça, e como se ele tivesse entendido, senti seus olhos me observando pelo espelho. Encontrei-os, mordisquei meus lábios, passando a língua para molhá-los, pois pareciam secos. O dia estava quente demais.
Além do mais, eu não sabia quantas séries e repetições eu executava naquele aparelho. Que foi interrompido por aquela voz mansa, que tantas vezes sussurrou pra mim, debaixo dos lençóis:
- Você falta muito?
Antes que eu pudesse balbuciar qualquer palavra, senti uma das mãos dele percorrer o meu pescoço, ávido e conhecedor de cada milímetro daquele pedaço de pele. Ele sabia que era meu ponto fraco.
Naquela altura eu estava completamente arrepiada, como quem desejasse diminuir o calor que percorria o meu corpo, engoli seco e murmurei:
- Não. Acabei.
Desci do aparelho e pude sentir o seu corpo se encaixando perfeitamente por trás de mim e roçando de leve o meu bumbum, com seu membro enrijecido.
Suspirei, atônita.
Entontecida, esbarrei em alguns aparelhos, peguei as minhas coisas e desci as escadas. Não que não o desejasse, mas, na tentativa de que ele entendesse o quanto eu precisava sentir o sabor daquela saudade na ponta das nossas línguas.
Antes do último degrau, uma mão agarrou o meu braço, me puxou pela cintura e beijou os meus lábios com tanto desejo que não pude conter um gemido.



Tayane Sanschrí

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

AMOR DA INTERNET


O baile de carnaval seria naquela sexta-feira, no Scala Rio, e Catarina não estava tão disposta para a diversão. Sua noite se resumiria num filme bem divertido, uma garrafa de vinho e um edredom aconchegante para finalizar aquele dia atribulado no escritório.
Mas, o som do seu telefone, que tocava sem parar, lhes convencia de que não seria bem assim. Vinte e sete ligações não atendidas; Milena, sua melhor amiga, não iria desistir de querer arrastá-la para o baile. E, Catarina tinha uma leve e boa sensação de que a sua noite começaria entre drinks e risos; não seria qualquer desculpa criativa que atravancaria o rumo do seu belo e cansativo dia.
Com a cabeça a mil para poder inventar qualquer desculpa para a amiga, ela se rendeu a insistência de Milena, que àquela altura já havia até conseguido as fantasias de ambas: uma da sensual e extravagante mulher gato, e a outra da doce e inocente Alice, do País das Maravilhas. Óbvio que a segunda opção se encaixava perfeitamente no perfil de Catarina, além disso, ela realmente necessitava de uma noite de maravilhas.
Lá estava Milena, pontualmente às 22 horas na porta do prédio de Catarina, a fim de que a amiga não burlasse a noite com um imprevisto sem nexo, só para não sair e se divertir. Pequena e feliz como se tivesse ganhado um prêmio por ter arrancado a amiga da rotina maçante, Milena esboçava um sorriso de orelha a orelha, lindamente trajada de mulher gato.
Naquela altura Catarina se sentia extremamente grata pela insistência da amiga, fazia tempo que ela não saia para se divertir e viver com mais leveza, sem reuniões e horários extenuantes no trabalho. Madura, beirando os 36 anos, Catarina era uma mulher linda e inteligente; gostava de cuidar do corpo e por ser sempre alegre e jovial atraia muitos olhares, mas desde a sua ultima relação ela optou por não se envolver com mais ninguém; rabiscou em negrito o lema de que todo mundo pode ser feliz sozinho e que paixões eram um risco alto demais para se correr tantas vezes. Casou nova, com seu primeiro namorado, mas o casamento durou apenas dois anos; imatura no que se refere ao amor, caiu de cabeça em algumas paixões que acabaram ralando seus joelhos, coração e alma. Mas, foi o seu último relacionamento que a deixou mais reclusa; um rapaz mais novo, que ela conheceu pela internet através de um grande amigo. Maurício era universitário, inteligente, cheio de sonhos, e deixou Catarina perdidamente apaixonada, como jamais ela havia se sentido desde o fim do seu casamento. Passaram cerca de um ano conversando para enfim engatarem um romance, que não durou muito, eles moravam tão distantes que isso foi visto como um grande obstáculo pelo moço.
Tantas vezes ela se perguntou se foi a pouca idade do rapaz, que a deixou instigada a ponto dela se sentir confortável e se entregar intensamente, já que a sua alma de menina se sobressaia. Mas, ela sabia que não era isso, ambos queriam as mesmas coisas, a harmonia no pensar, e a vontade exposta de se viver um grande amor eram recíproco. Infelizmente, não passaram de alguns beijos quentes, noites regadas de risos, abraços de paz; tudo isso não foi suficiente para prosseguirem e costurarem uma história juntos, a extensão territorial que os afastavam falou mais alto. 
Já fazia 3 anos que Catarina não tinha notícias do Maurício; sim, ela o tinha em suas redes sociais, mas, não fazia mais questão de saber onde ele estava e o que o moço fazia. Para se deixar para trás um sentimento bom, é preciso deixar de alimentá-lo. Uma hora ele morre. Foi o que ambos decidiram fazer.
Depois do Maurício, ela limitou-se a sua zona de conforto, até porque não tinha mais graça viver tantas paixões enlouquecidas a troco de nada; aquela adrenalina toda pra sentir frios na barriga, como se fosse uma droga necessária para viver, não era o que ela esperava. O amor tranquilo, sim, fazia parte da vontade de Catarina, e para isso, ela precisaria pensar mais nela do que nos outros; e quando alguém lhes tirasse para uma volta no jardim do amor, escolheria pelo racional, e não pelo que ela achava ser o certo. Tantas vezes ela achou que tinha que se entregar e só estraçalhou a alma. Ser racional era de bom senso e tamanho.
De uma forma ou de outra lá estava Catarina rindo muito com a amiga, dançando e deixando pra lá a sua rotina estafante. E, certamente o Scala Rio era o lugar ideal para uma bela diversão, ali acontecia, todos os anos, um dos bailes de carnaval mais tradicionais e renomados do Rio.
Vestida de Alice no País das Maravilhas, Catarina se sentia a oitava maravilha do mundo tamanha alegria compartilhava com sua amiga.
Ela podia sentir a música pulsando em suas veias, e aquela sensação a deixava mais solta e feliz no meio de tanta gente estranha. Pouco importava se ela parecia uma criança num parque de diversões. Pouco importava se era apenas ela e mais ninguém; porque naquela altura, Milena dançava com um rapaz no meio do salão.
De olhos fechados Catarina se entregava ao ritmo das marchinhas quando sentiu uma mão tocar a sua e puxá-la para perto, assustada, abriu os olhos que esbararam naqueles pequenos olhos castanhos, bem conhecidos; e neles ela conseguiu enxergar um riso doce, que a inebriava.
Seu coração bateu mais acelerado do que as batidas da marchinha que tocava. "Não podia ser... Fazia tempo demais". Lá estava Maurício, de barba rala, bem feita, sorriso largo, sussurrando um “- Catarina, quanto tempo? Meu Deus, não imaginei que te encontraria aqui”. Nem ela, tão pouco que sentiria aquela sensação avassaladora tomando conta do seu corpo. Algo extremamente descontrolado, que ela se convenceu, por algum tempo, de que havia morrido dentro dela. Mas, quem disse que amor morre? Ele cochila, hiberna, dorme, até a pessoa despertá-lo outra vez, ou não. E foi como acordar de um sono profundo.
- Passei tanto tempo pensando em você, do quanto poderíamos ter vivido uma história linda. Tínhamos compatibilidade, queríamos as mesmas coisas, eu só era muito imaturo, Catarina. Um menino. Tinha tantos medos e me arrependo de não ter sido o melhor pra você. Nossa! Me perdoa. Eu sofri com o fim da nossa relação. Encontrei algumas paixões, que quis me convencer de ser amor, mas nenhuma tentava me tornar melhor como você fez.
Catarina já não ouvia mais o que o Maurício dizia, em meio a tanto barulho, e ao som do seu coração, mas ela entendia o que os olhos daquele rapaz sussurravam.
Foi como se fosse a primeira vez, o primeiro encontro. Aquele beijo que eles se permitiram, era inigualável.

Tayane Sanschri

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

MARÉ



Seja como for
Seja mar em mim
Não corra tão rápido
Como rio querendo ser cascata
Para chegar ao fim

Seja o que for
Seja chuva em mim
Molhe meu corpo
Inunde o deserto que nasceu aqui

Por sorte
Serás um norte
Para eu navegar em ti

[Composição: Tayane Sanschri]

Direitos reservados a compositora Tayane Sanschri, de acordo com a Lei nº 9.610 de 10 De Fevereiro de 1998.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

A VIDA É UMA VALSA


Toda vez que você tenta acelerar um fato em sua vida, tende a escolher o caminho mais fácil, e consequentemente o equivocado. Acaba não acontecendo como deveria, ou com quem te provocaria as melhores gargalhadas e vivências.
Você fica decepcionado e de coração rasgado.
Não é que se deva cruzar os braços, afinal, somos o que fazemos. Mas, que o apressado come cru, é um dito popular que resume bem a consequência de quem é apressado diante da vida, e vale para toda circunstância.
Tudo é labuta e dedicação; seja no amor ou na vida profissional e pessoal.
Seja paciente, meu bem!

Tayane Sanschri

TODO AMOR É VERDADEIRO



Deixar alguém que amamos no passado, não significa que o sentimento não foi verdadeiro.
Na maioria das vezes, essa pessoa nos convenceu, pelas atitudes, de que não estava disposto a sentir o amor.
As afobações sentimentais disfarçadas de amor, as carências maquiadas de medos são indícios de que o amor ali será raso e passageiro.
Portanto, não se sinta mal quando deixar alguém assim para trás. Os anos findarão, recomeçarão, e certamente, esta pessoa permanecerá, por um bom tempo, neste círculo vicioso em viver amores efêmeros.
E não é você quem deverá mudá-la. Até porque são as necessidades que nos obriga às mudanças fundamentais e não as pessoas.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

A VIDA MUDA PARA QUEM ESTÁ DISPOSTO



Junto com toda virada de ano chega-nos a sensação mágica de que teremos um número considerável de possibilidades para sermos melhores do que fomos no ano anterior, e essa energia nos impulsiona a persistirmos nos sonhos que certamente irão florir a nossa alma.
São possibilidades finitas, mas a forma para conquistarmos os nossos sonhos devem ser esboçados como um mapa até o tesouro.
Claro que não são as coisas e pessoas ao nosso redor que devem mudar, mas nós mesmos. É preciso que assumamos uma postura diferente diante das coisas que acreditamos que ocupa o nosso espaço, e que mais parece com um móvel velho cheio de poeira, do que qualquer outra coisa. E só há duas coisas a serem feitas neste cenário: ou arrastamos o móvel para fora, ou então, espanamos a poeira dele e o transformamos num belo objeto de decoração.
Tantas vezes nos encontramos infelizes com uma relação que só esgota a nossa paz, ou com um trabalho que consome os nossos sonhos que deixamos de ser nós mesmos para vivermos de acordo com as exigências destas circunstâncias em nossas vidas. Infinitas vezes ficamos esperando que algo extraordinário ocorra, seja depois da formatura, ou quando comprarmos aquele carro, ou depois que esbarramos, por ai, no grande amor das nossas vidas -, que nem nos damos conta de como o tempo vai passando rápido, e nada muda.
Não é necessário que mudanças drásticas ou fenomenais ocorram para que as coisas comecem a acontecer dentro da gente. Seria falso se eu dissesse que quando você menos esperar a sua história terá um rumo bem diferente na primeira hora da manhã, quando você despertar, logo após uma virada de ano. Ou que num passe de mágica tudo será exatamente como você sempre sonhou.
Será, se você criar condições para isto acontecer. Se ficar aí esperando a hora certa, meu amigo, ela certamente não soará suas badaladas num relógio de parede para te avisar... a hora certa é aquela em que a oportunidade vem como um vento e toca você. Ou você se entrega, ou ao se dar conta, verá o vento passando como um redemoinho em direção a alguém que saberá muito bem aproveitar o sopro do vento acarinhando os cabelos.
Pense na sua vida com um grande mapa em que você precisa trilhar caminhos diversos, com obstáculos tamanhos até chegar naquele “xis” vermelho marcando o local exato em que está enterrado o baú repleto de tesouros, que são os seus sonhos realizados.
Se você não acreditar na sua capacidade de realizar, sinto lhes dizer, ninguém fará isso por você. Sim, haverá pessoas que te apoiarão, que até te revelarão algumas armadilhas para ajudar você a driblar as dificuldades, mas, terão, também, aquelas que simplesmente te lotarão com palavras de desencorajamento, a ponto de te fazer pensar se deves ou não permanecer naquela rota. Revista-se sempre com a paixão avassaladora pelos teus sonhos e corra para a luta. Os caminhos podem até ter dores, solavancos, luxações, mas, cara, conquistar um sonho, é como vislumbrar um show pirotécnico dentro da alma, tamanha felicidade causa.
O mais importante, aqui, é você sair da sua zona de conforto, abraçar a tua paixão e fazer acontecer. Sonhos são para serem concretizados, não engavetados.
A mudança se dá exatamente no instante em que você assume o roteiro da sua história e reescreve cada passo em direção ao que desejas. Pode começar com a mudança de posição da sua cama, com uma dieta que você nunca leva adiante, com uma matrícula numa academia que nunca acontece, ou num curso que você sempre quis fazer e nunca encontrava tempo para isto. Seja ação!
O sonho é um moinho gigante, se a água cessa, porque ela precisa girar? Faça a roda dos seus sonhos girar. Você é a força motriz desta realização.


Tayane Sanschri